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Em breve, a comunidade timboense e da região terá à sua disponibilidade a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que está sendo construída no Hospital e Maternidade Oase. A previsão é que a estrutura física da obra seja concluída até março e em seguida tenha os equipamentos instalados, estando pronta para uso até meados do mês de maio. Em entrevista concedida à redação do Jornal Café Impresso, o administrador do hospital, Richard Choseki, explica que a contribuição da comunidade foi essencial para realizar esta obra. "Os recursos para esta construção vêm da contribuição da comunidade com o dinheiro do IPTU, que totalizou e custeou os cerca de R$ 1.060.000,00 investidos na obra física, que tem mais de 600 metros quadrados. A UTI como um todo, com equipamentos, ar condicionado e demais instalações, vai custar em torno de R$ 3.500.000,00".
Segundo ele, a parte mais complexa da estrutura, que é a instalação do sistema de ar condicionado, sistema hidráulico e todo o sistema elétrico está pronta. "A parte que ainda falta, como pintura, acabamento e forro é algo que pode ser feito em torno de 30 dias", diz. Por este motivo, em março a obra deve estar totalmente pronta e os equipamentos (camas, respiradores, elevador para paciente, maca de transporte, estativa, entre outros), que já estão hospital, comecem a ser instalados. "Até meados de maio acreditamos que a UTI esteja em pleno funcionamento e à disponibilidade da comunidade", adianta Choseki. A farmácia da UTI, que atende aos centros Cirúrgico e de Parto que ficam no mesmo andar, também já está pronta.
No total, a UTI vai ter 10 leitos e Choseki diz que a equipe de atendimento já está formada. "Assim que a UTI for inaugurada eles começam a trabalhar", reforça. A equipe básica do dia é composta por: cinco técnicos de enfermagem, um auxiliar administrativo, um auxiliar de limpeza, um enfermeiro, um médico plantonista e um médico diarista. "Essa é a equipe fixa que troca a cada 12 horas. São quatro equipe dessas que formam o pelotão do dia e mais 22 profissionais de sobreaviso", explica o administrador.
"É uma grande conquista da comunidade. Somente neste mês, já precisamos de oito vagas e perdemos três pacientes aqui dentro que ficaram mais de 72 horas sem conseguir vaga na UTI de outros hospitais. Em um mesmo dia chegamos a precisar de três vagas, eram três pessoas que estavam entubadas", relembra, ressaltando a importância que a Unidade vai ter no atendimento e qualidade de vida dos pacientes.
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